
Tem uma pergunta que a gente carrega em silêncio, às vezes sem nem perceber: será que estou vivendo ou só imaginando que um dia vou viver?
A taróloga Adriana Kastrup traz essa reflexão pra roda: existe o virtual e existe o presencial. E não, ela não está falando de tela e vida real. Ela está falando de dentro e de fora. Do que a gente sonha e do que a gente faz.
O virtual é onde a alma ensaia
É dentro da gente que moram os sonhos, os pensamentos, as possibilidades que ainda não ganharam corpo. É ali, no silêncio da mente, que a gente cria caminhos, deseja encontros, projeta mudanças. Segundo Adriana, esse espaço interno é sagrado: é onde a esperança desenha o futuro antes dele existir.
O presencial é onde a vida se prova
Mas tem um outro lado. É o gesto, o passo dado, a palavra dita, a escolha feita. É o corpo que se levanta e se coloca em movimento. Para Adriana, o presencial é a coragem de transformar pensamento em atitude, sonho em decisão, fé em construção.
Onde mora o equilíbrio
A gente não precisa escolher entre sonhar e agir. Os dois se completam. Imaginar importa. Mas dar um passo, do tamanho que couber hoje, também importa. A esperança ilumina o caminho, e são os nossos movimentos, mesmo pequenos, que abrem as portas.
Não é sobre cobrar de si mesma uma ação grande e imediata. É sobre lembrar que a vida floresce quando a esperança encontra movimento, nem que seja um movimento de cada vez.

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